sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Entrevista com Belmiro Zamperlini, Diretor de Segurança da UFV

Como informado na última postagem, procuramos o Diretor de Segurança da UFV, e responsável pela logística de toda vigilância do campus, Belmiro Zamperlini. Devido ao resultado apresentado por nossa enquete (que pode ser vista à sua direita), embora com uma pequena amostra, entendemos que a população acadêmica anseia por uma efetividade maior da segurança do lado de dentro das quatro pilastras. Em nossa entrevista, abordamos questões como o porte de armas dos vigilantes, o aumento da sensação de insegurança na Universidade, as ocorrências recentes que marcaram as páginas do jornais e novas estratégias e recursos planejados pelos responsáveis na garantia da tranquilidade, por assim dizer, de todos.

O material, dividido em três partes, pode ser assisto separadamente, e você confere agora!


Parte 1: 

 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

"Passa a carteira, é um assalto!" O que você faz? - Um pouco sobre defesa pessoal

Em nossa última postagem, ressaltamos o apoio ostensivo recebido pela PM de Viçosa em uma série de operações, que segundo o investigador Marcelo Mascarenhas, foi necessário e requerido pela polícias locais para reforçar a autoridade da instituição, buscando amenizar a sensação de insegurança que tem incomodado todos os estratos da cidade.
Segundo dados oficiais do último levantamento feito pela Polícia Civil que nos foi repassado, e abrange ocorrências de ambas as polícias, o mês de agosto apresentou números impressionantes, sendo alguns deles 249 furtos, 30 roubos, 10  violações de domicílio e 9 homicídios, o que resulta numa média de quase 10 ocorrências diárias. Isso, considerando-se apenas os dados principais e que são resgistrados.

sangue nos jornais não cessou, e os questionamentos sobre a competência dos órgãos responsáveis em prover a ordem e a segurança tem feito com que o cidadão, como nos setores de saúde, educação e transportes disponha sozinho sua própria proteção. Além dos muros e grades, câmeras e cercas elétricas, a população busca agora defender-se também nas vias de fato, já que o risco não tem apresentado hora e lugar propícios que não sejam qualquer hora e lugar.
Uma das alternativas na busca de capacitação para auto-defesa, além das tradicionais e decenárias artes maciais como judô, boxe ou karatê, é o não tão disseminado, porém não nenos antigo,
Hap.Ki.Do.

Nosso repórter Fábio Moura em algumas demonstrações // Laio Brandão